"E sucedeu que, enterrando eles um homem, eis que viram uma tropa, e lançaram o homem na sepultura de Eliseu: e, caindo nela o homem, e tocando os ossos de Eliseu, reviveu, e se levantou sobre os seus pés"( 2 Reis 13:21).
O poder da Palavra de Deus continua mesmo após a nossa morte.
Aqui do tumulo de Eliseu a luz brilhou como o sol que se levanta numa manhã ensolarada. O contato com os restos mortais do profeta trouxe da morte para a vida e permitiu que aquele homem se levantasse sobre os seus pés, e todos que estavam ali puderam ver esse milagre de Deus. Da mesma forma se nossas vidas, mesmo em fraquezas, pode de alguma forma testemunhar de Cristo e sua graça invisível, poderá tocar profundamente as almas com quem tivemos contato, mesmo após termos partido para nosso lar celestial. Poderá ser por alguma coisa que fizemos, por uma palavra que dirigimos, um folheto que entregamos e que no momento pensamos que não teve grande importância, mas que Deus , em Seu tempo, trouxe aquela alma ao arrependimento e deu salvação. Possamos portanto continuar com fé e orações por cada alma que temos a oportunidade, quer seja por um débil testemunho ou por uma pregação eloquente do evangelho jamais esquecer que quem dá a salvação é Deus.
domingo, 16 de setembro de 2012
O tempo que Jacó passou no Egito
O tempo que Jaco passou no Egito.
Em situações de conflitos aprendemos que não somente Satanás e derrotado mas que também o crente, que passa pelas provações aprende segredos sobre sua debilidade, e os recursos da graça de Deus. Nos desejos do coração, partindo do poder da fé e da esperança, a alma e repreendida e exercitada e aprende, para a gloria de Deus ,que tem de voltar ao lugar onde o Senhor primeiramente havia estabelecido. Com esses pensamentos em mente seremos introduzidos no período final da vida de Jacó
No inicio Jaco tinha recebido um titulo dado pela graça e soberania de Deus e que dizia: " O maior servira o menor" ; isso fora o decreto de Deus a seu favor. Os direitos naturais de Esau nao seriam permitidos ficarem no caminho, antes, os propósitos da graça de Deus asseguravam tudo para ele, assim como da mesma maneira, nos assegura hoje para cada cristão. Mas ele se afastou desta simples dependência e procurou conseguir, por seus meios, o titulo de seu irmão ( Gen. 25:31) e também o de seu pai ( Gen.27). Contudo isso era uma fraude; e por vinte anos sofreu no exílio em meio a opressões e erros passando pela disciplina divina. Mas tudo isso nos mostra também a confiança que ele depositava na carne. Seria o mesmo que procurarmos buscar nosso direito de primogenitura, as bênçãos ou a herança fora das mãos de Deus. No final, entretanto, sua alma e encontrada no exercício de uma fé simples. Quando Jacó esta prestes a morrer, e os filhos de Jose, que haviam nascido no Egito,são trazidos diante ele os adota imediatamente. Eles não tinham nenhum titulo ou herança, pelo menos não como os de um primogênito, mas Jacó não só os adota como também lhes da uma porção dobrada, tratando-os como se fossem Rubem ou Simeão. Em tudo isso no entanto, haveria de ter a conferencia da carne e do sangue. Em suas próprias entranhas haveria a recusa externa, pois, naturalmente, havia o clamor pelo primogênito, mas não: Rubem deve dar lugar para Jose, que, em seus filhos, Efraim e Manasses terá uma porção maior que seus irmãos. A graça prevalecera e a fé reconhecera o titulo de primogenitura, benção, herança divina e todas as coisas em detrimento dos clamores da carne, do sangue e dos direitos naturais. Mas mais a frente vemos também que Manasses, o maior, servira o menor, Efraim, assim como Rubem , o primogênito, teve de fazer com Jose, apesar dos clamores naturais. Jose, no entanto, tenta argumentar com seu pai sobre os direitos naturais de Manasses, mas Jaco entende seus sentimentos e respondendo a isso: " Eu o sei filho meu, eu o sei". ELe deve deixar passar ate que ele chegue alem do clamor natural e veja o propósito de Deus e o titulo da graça estabelece Efraim sobre Manasses (Gen. 48) . Entao ele e trazido para ocupar-se com o terreno onde a maos de Deus o estabeleceu desde o inicio e do qual ele se apartou pela confiança na carne. Ele agora aprende que a quem Deus abençoa, esse sera abençoado, e que a graça de Deus nao necessita da ajuda da carne e nem Sua promessa da aprovação do homem. Antes, Deus fará tudo bem e de acordo com a Sua vontade. Jaco agora ve que, ao colocar Efraim sobre Manasses, Deus esta cumprindo Sua vontade soberana. Também aprende que Deus pode requerer o titulo a quem Ele confere e faz cumprir as promessas da Sua graça apesar dos clamores naturais da carne e do sangue. Isso são provas cabais da sua restauração, Assim como veremos ainda outras provas mais adiante.
O chamamento de de Deus era para a esperança da ressurreição ou para uma herança numa pátria celestial ( Heb.11:13-16). Abraão testemunhou dessa herança através da sua vida e de seus caminhos. Também falhou em algumas ocasiões, como quando ao mentir sobre sua mulher diante do Farao e Abimeleque e no caso de Agar. Da mesma maneira Isaque também falhou traindo os caminhos naturais. Mas Jaco ,como Abraão e Isaque, testificou habitando em tendas, das mesmas promessas (Heb.11:9). Jaco porem se afastou mais diretamente dessa fe quando ele construiu uma casa em Sucote e quando negociou com os Siquemitas e permitiu que seus filhos tivessem afinidades com as filhas de Canaan. Todas essas coisas fizeram com que seu coracao se afastasse do chamado de Deus e da esperança da ressurreição na qual seus pais tinham andado. O mundo presente, suas possessões, ocupações, alianças, parecem ter se tornado importantes para ele ( Gen. 37:17-20). No entanto, veremos uma maravilhosa restauração em sua alma mais uma vez.
Vemos que a restauração começa em Berseba ( Gen.46) ; aqui ele faz uma pausa da sua jornada a Manre, com medo de descer ao Egito, assim como Abraão em Gênesis 12 e Isaque em Gênesis 26. Isso e maravilhoso e nos mostra a sensibilidade e o frescor de uma alma despertada de alguém que estava aprendendo as licores de Deus sob a impressão do Seu Espirito. O senhor imediatamente honra isso através da visita do Seu servo, coisa que ele não tinha desde Betel em Gênesis 35:9. Essa restauração de sua alma e outra vez manifestada quando ele chega ao Egito, em sua confissão diante de Farao. Ele fala de suas peregrinações e ainda abençoa a Faraó, assumindo assim, a sua superioridade sobre Faraó ( Heb.7:7). Isso tudo nos mostra que a sua alma estava com a consciência no lugar que Deus havia estabelecido, pois ele mesmo se considera nao tendo nada " ...nesse presente século mau..", mas antes, como um estrangeiro e peregrino que foi ungido por Deus para uma herança ainda superior que a de qualquer rei desse mundo ( Gen47:7_10) .
Isso e um testemunho maravilhoso da saúde desse patriarca; ele vive por dezessete anos no Egito, mas ai ele nao tem casa ou comercio com seus habitantes como havia tido em Sucote e Siquem. E no final, na sua morte, com grande zelo, ele testemunha da esperança da ressurreição conforme a promessa de Deus. Jaco agora requer de Jose a promessa de que ele nao fosse enterrado no Egito, mas que seu corpo fosse enterrado no lugar que seus pais foram enterrados, na terra de Canaa. Ele fez jurar, e também pede a todos os seus filhos a mesma coisa, descrevendo exatamente o lugar em Canaa onde seus ossos deveriam descansar ( Gen. 48 e 49).Sua alma toda estava comprometida para que ele falasse disso de tal forma que toda a sua esperança estava ligada com a promessa de Deus, e da mesma forma com a de seus pais com os objetos e heranças da fé com a porção com a qual a esperança de Deus satisfaz toda a alma, ou seja , a " pátria celestial" depois do túmulo ( Gen 49) .
Existem diferentes manifestações da restauração da alma desse patriarca, Jaco, como vimos .
Veremos ainda mais uma.
Em dias anteriores ele foi descuidado no que diz respeito aos caminhos de seus filhos, por exemplo: quando Rubem contaminou a cama de seus pais, nao vemos nenhuma vergonha relatada sobre isso. Quando Levi e Simeao derramaram sangue em Siquem, foi somente uma coisa sem muita importancia para ele (Ge. 34 e 35). Mas, no final, ele recorda esses eventos com uma mente bem diferente. No relato das palavras profeticas para seus filhos, vemos seu coração ser exercitado a um nivel superior e cheio de afeição espiritual, expressando assim, como podemos ver, uma condição de alma restaurada. Vemos o resultado disso na historia de Rubem: dirigido pelo Espirito, Jaco expressa o horror em sua própria alma da iniquidade cometida por Rubem. Enquanto acautelando os destinos de Simeao e Levi, seu coração, da mesma forma da lugar, em declarar sua rejeição ao pecado, de derramamento de sangue. Também em dias anteriores ele fora descuidado em permitir que seus filhos se casassem com as filhas dos povos de Canaa, mas agora, no curso profético de suas palavras, contemplando a apostasia de Da em fraqueza da alma ele suspira e diz: " A tua salvação espero" , descansa no seu Deus ( Gen.49).
Isso, entre outros testemunhos, nos fala da restauração da alma de Jacó enquanto estava no Egito no período final de sua vida.
As cicatrizes que a carne fez foram reparadas e a mão do seu Pastor o guiou pelos caminhos da justiça.
domingo, 9 de setembro de 2012
Anunciai ao meu pai toda a minha glória...
" Anunciai a meu pai toda a minha gloria no Egito, e tudo o que tendes visto".
( Genesis 45:13)
Jose ordena que seus irmaos , agora achados e perdoados, que falassem a seu pai e lhe contassem de sua gloria. Ele sabia que Jaco o amava e se alegraria em ouvir todos os detalhes sobre o filho favorito.
A manifestação da gloria de Jose começou pela maneira como recebeu e tratou seus irmaos. Ele nao desprezou simplesmente os pecados deles, porem se esforçou para alcancar-lhes a consciência. Essa atitude induziu o coração de seus irmaos a ver a verdade. Quando o arrependimento os levou a confissão , a graça de Jose superabundou, testificando do imenso amor que ele tinha por seus irmaos.
Exatamente como o Senhor Jesus fez em perfeição , Jose associou graça e verdade.
Os irmaos de Jose, objetos de seu amor, puderam falar dessa gloria ao pai, Jaco. E também havia a gloria do Jose governador do Egito, que governava com sabedoria o pais, de todo o respeito que o circundava, etc. Essa gloria seguiu os anos de sofrimentos, da dolorosa viagem com os Ismaelitas, a escravidão, a prisão, humilhação, e todas as circunstancias que Jose deve ter contado aos seus irmaos. Quanto eles teriam a contar a seu pai!
Da mesma maneira o Senhor Jesus quer que falemos d'Ele a seu pai, das belezas e glorias que n'Ele apreciamos, o Bem Amado do Pai. O Pai se alegra em ver seus filhos com a mesma apreciação, embora ainda imperfeita, d'Aquele que e e sempre sera as Suas delicias.
A adoração nos leva a falar a Deus, mais sobre que Ele e do que sobre as bênçãos que Ele nos concede. Somente em Jesus podemos compreender alguma coisa sobre o Pai. Quando falamos ao Pai acerca de Seu filho, nossa adoração se eleva ao padrão apropriado. Que possamos estar adorando o Senhor ..." em espirito e em verdade".
Os irmaos de Jose, objetos de seu amor, puderam falar dessa gloria ao pai, Jaco. E também havia a gloria do Jose governador do Egito, que governava com sabedoria o pais, de todo o respeito que o circundava, etc. Essa gloria seguiu os anos de sofrimentos, da dolorosa viagem com os Ismaelitas, a escravidão, a prisão, humilhação, e todas as circunstancias que Jose deve ter contado aos seus irmaos. Quanto eles teriam a contar a seu pai!
Da mesma maneira o Senhor Jesus quer que falemos d'Ele a seu pai, das belezas e glorias que n'Ele apreciamos, o Bem Amado do Pai. O Pai se alegra em ver seus filhos com a mesma apreciação, embora ainda imperfeita, d'Aquele que e e sempre sera as Suas delicias.
A adoração nos leva a falar a Deus, mais sobre que Ele e do que sobre as bênçãos que Ele nos concede. Somente em Jesus podemos compreender alguma coisa sobre o Pai. Quando falamos ao Pai acerca de Seu filho, nossa adoração se eleva ao padrão apropriado. Que possamos estar adorando o Senhor ..." em espirito e em verdade".
O servo do cinturião.
O servo do centurião.
( Lucas 7:1-10 e Mateus 8: 5-13)
Durante o ministério de nosso Senhor em Israel, somente duas pessoas encontraram uma aprovação especial de Sua parte por causa da fé. Nenhuma das duas eram judias: a mulher sírio-fenícia ( Marcos 7:24-30) e ( Mateus 15:21-28) e o centurião romano. Era difícil encontrar uma grande fé no povo eleito por causa do formalismo religioso dos judeus que havia paralisado já a muito tempo o desenvolvimento da fé.
O centurião se dirigiu ao Salvador em favor de seu servo, o qual, apesar de sua condição depreciada, tinha grande valor aos olhos de seu amo. Contrariamente para a maioria dos israelitas este centurião discernia que Deus estava presente na pessoa desse humilde carpinteiro. Pela necessidade de seu servo recorre ao socorro sem titubear e recebe a resposta "Eu irei e lhe darei saúde". Mas o centurião em seguida roga ao Senhor que não se moleste, e acrescenta que não era necessário que fosse.
"... Senhor não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra e o meu servo sarará" ( Mateus 8:8). Foi justamente isso que suscitou a aprovação sem reservas de nosso Senhor: a confiança no poder de Sua palavra, mesmo que não estivesse presente.
Temos aqui um princípio de suma importância para nos hoje. Cristo não está aqui na terra nesse momento, mas está à destra de Deus no céu. Mas a Sua palavra está conosco, de modo que em todo o instante podemos ouvir a voz de Cristo, nas Santas Escrituras. Sua palavra proclama a eficácia de Seu sacrifício oferecido uma única vez para sempre ( Hebreus 10:12). Ela dá a todos a preciosa segurança de que a vida eterna lhes pertence desde já e que jamais sofrerão condenação ( João 5:24).
A pessoa de Cristo não é visível para nós, mas nos apoiamos na Sua palavra, e ela é tudo para nós. Se Sua palavra pudesse ser arrancada de nossas mãos e de nossos corações, estaríamos envoltos em densas trevas.
Mas nos chamam à atenção as diferenças entre os dois relatos desse milagre, dados respectivamente por Mateus e Lucas. Elas não se devem a nenhuma características pessoais dos escritores , mas pela direção do Espírito Santo , quem indicou o que devia ser incluído e o que deveria ser omitido, em função do carácter particular de cada um dos evangelhos. Por isso em Mateus, o qual tem particularmente em vista a Israel, o Espírito agrega somente advertências que o Senhor faz a esta nação dizendo que : muitos virão de longe e serão abençoados com Abraão, Isaque e Jacó, entretanto que muitos "filhos do reino"serão lançados fora. Tal palavra era de grande importância para o povo que baseava sua esperança , seus direitos , seus privilégios religiosos e que havia descuidado da fidelidade para com Deus.
Lucas por outro lado, que não era judeu e que escreveu aos gentios, omite a advertência feita a Israel. Entretanto, menciona o fato instrutivo para os povos da nações de que o centurião gozava do apoio dos judeus anciãos, de modo que rogam por ele ao Salvador. Se a advertência narrada por Mateus foi dada com a intenção de humilhar o orgulho dos judeus, o narrado por Lucas deveria de servir para dizer para os gentios que: "a salvação vem dos judeus" ( João 4:22).
O servo do centurião foi curado, a fé desse homem não podia ficar sem resposta. Assim mesmo hoje em dia, a fé na Palavra do Salvador, ausente no momento, será sempre reconhecida e honrada por Deus. ( W.W. Fereday)
Saiamos a Ele fora do arraial.
" E tomou Moises a tenda, e a estendeu para si fora do arraial, desviada longe do arraial, e chamou-lhe a tenda da congregação; e aconteceu que todo aquele que buscava o Senhor saia a tenda da congregação, que estava fora do arraial". ( Êxodo 33:7)
Moises agitado pela ira destruiu o bezerro de ouro e ordenou o castigo. Ele entao informou ao povo que Deus nao subiria com eles. Moises entao faz algo completamente inesperado: arma para si uma tenda fora do arraial, bem longe do povo. Sera que por causa disso deixou de amar o povo? Antes pelo contrario, ele havia dado a maior e mais tocante prova de seu amor ao pedir que ele próprio fosse, em lugar do povo, riscado do livro do Senhor. Nao , sua motivação foi outra, bem diferente. Por causa do pecado cometido , a coluna de nuvem nao podia mais descer no acampamento. Assim com o objetivo de recuperar essa preciosa coluna, uma figura de Cristo, e que Moises e outros saíram do arraial de Israel.
Fazendo referencia a essa passagem, a epistola dos Hebreus 13:13 nos lançam o mesmo apelo : " Saiamos, pois a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério" . Por isso e de suma importância que todos os cristãos entendam que, em obediência a essa determinação, e que muitos crentes tem separado a si mesmos dos sistemas religiosos para buscar so e simplesmente a presença do Senhor ( Mateus 18:20).
O bloco de mármore.
" Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus , daqueles que sao chamados segundo o seu propósito. Portanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes a imagem de seu filho" ( Romanos 8:28-29).
Quando um bloco de mármore e extraído de uma pedreira, ele parece nao poder ser aproveitado para coisa alguma. Um escultor tera que ter muito trabalho, utilizando múltiplas ferramentas, para obter dele uma forma agradável aos olhos. Assim ocorre conosco de certa forma. Quando cremos no Senhor Jesus como nosso Salvador, somos semelhantes a um bloco de mármore sem forma. Entao Deus começa seu trabalho empregando diversos instrumentos para nos formar segundo Sua vontade. Ele se serve de Sua Palavra para nos instruir, mas também utiliza as circ
unstancias da vida, e especialmente as provas: uma doença, um acidente, um roubo, um fracasso escolar, profissional ou sentimental. Tudo esta a Sua disposição para alcançar Seus fins. Frequentemente as ferramentas que Deus usa doem, mas nunca esqueçamos que e a Sua mao que as maneja. Sua onipotencia esta a servico do bem de seus filhos. Que tranquilidade isto deveria dar-nos quando uma prova nos assaltar.
E qual e o objetivo de Deus? Assim como o escultor tem diante de si um modelo que se esforça por copiar na pedra, Deus também tem Seu modelo : Seu Filho, homem perfeito!
Assim Ele deseja reproduzir em nos Suas características, e fazer de nos semelhantes a Ele: pacientes, humildes, obedientes, caridosos, etc. E Ele toma o tempo que for necessário para realizar esta obra em nossas vidas.
E qual e o objetivo de Deus? Assim como o escultor tem diante de si um modelo que se esforça por copiar na pedra, Deus também tem Seu modelo : Seu Filho, homem perfeito!
Assim Ele deseja reproduzir em nos Suas características, e fazer de nos semelhantes a Ele: pacientes, humildes, obedientes, caridosos, etc. E Ele toma o tempo que for necessário para realizar esta obra em nossas vidas.
O voto de Jefeté
E ela lhe disse: Pai meu abriste tu a tua boca ao Senhor, faze de mim como saiu da tua boca,..." (Juízes 11:36)
"E achado em forma de homem,humilhou-se a si mesmo, sendo obediente ate a morte, e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que e sobre todo nome". ( Filipenses 2:8-9)
O voto de Jefté.
Jefté pensou que teria de pagar ao Senhor fazendo um sacrifício por ter obtido vitoria sobre os filhos de Amom.
Jefté pensou que teria de pagar ao Senhor fazendo um sacrifício por ter obtido vitoria sobre os filhos de Amom.
Quão pouco ele conhecia sobre Deus! Deus se deleita em abençoar aos Seus e espera em troca apenas o amor deles. A salvação que Ele concede e gratuita.
Observe a tolo voto que Jefté fez. Mas Deus as vezes permite que suportemos as consequências das decisões que tomamos por impulso ou sem pensar. Vigiemos e tenhamos cuidado com as coisas que dizemos, pois as palavras ditas com precipitação podem trazer serias consequências.
Se a fé de Jefté falhou por um momento, a de sua filha brilhou intensamente. Ela era a sua única"filha, muito amada por seu pai, e a submissão dela nos faz pensar na submissão do Senhor Jesus Cristo ( João 8:29). Ela não considerou sua vida como preciosa e se alegrou na vitoria que o Senhor tinha dado a Israel. Nesse aspecto, ela e uma figura da disponibilidade e obediência de Cristo. Se a filha de Jefté mereceu ser honrada todos os anos, nosso Senhor Jesus e infinitamente mais digno de ser exaltado agora e por toda a eternidade.
Se a fé de Jefté falhou por um momento, a de sua filha brilhou intensamente. Ela era a sua única"filha, muito amada por seu pai, e a submissão dela nos faz pensar na submissão do Senhor Jesus Cristo ( João 8:29). Ela não considerou sua vida como preciosa e se alegrou na vitoria que o Senhor tinha dado a Israel. Nesse aspecto, ela e uma figura da disponibilidade e obediência de Cristo. Se a filha de Jefté mereceu ser honrada todos os anos, nosso Senhor Jesus e infinitamente mais digno de ser exaltado agora e por toda a eternidade.
O brilho do diamante.
O brilho do diamante.
"Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo". (1 Pedro 1:7)
O brilho do verdadeiro diamante.
Um ancião judeu ensinava que para se distinguir um diamante verdadeiro de um falso, um joalheiro experiente faz o seguinte: "Uma imitação nunca é tão brilhante como uma pedra autêntica. Se o seu olho não está suficientemente treinado para perceber a diferença, basta colocar as pedras dentro da água. O brilho da pedra falsa se ofuscará, enquanto que a pedra verdadeira não perde nada de seu brilho".
Deus nos criou para Ele, para que O honremos. Nós nos desviamos, porém Ele nos salvou. Cada crente nascido de novo recebeu a vida do Senhor Jesus para poder segui-lo e imitá-lo. Assim, pois podemos fazer brilhar alguns traços de Seu caráter : amor,justiça,paciência,confian ça, obediência.....Somente os que vivem essa nova vida pelo poder do Espírito Santo são de fato reconhecidos por Deus. Infelizmente às vezes em nossa vida é acrescentado algo falso, imitações baratas do que é divino. Deus vê isso, como o experiente joalheiro que sabe identificar o verdadeiro do falso. E para nos provar coloca , por assim dizer : a pedra na água, ou seja permite circunstâncias e provações em nossas vidas.
Nas dificuldades temos de estar atentos para ver qual é o objetivo de Deus. Sua Palavra nos esclarecerá para que saibamos o que não vem dËLE. Consideremos os obstáculos em nosso caminho sob outra perspectiva. Nosso Pai permite isso para o nosso crescimento espiritual e para que o reflexo da vida do Senhor Jesus seja visto em todos nós.
"Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo". (1 Pedro 1:7)
O brilho do verdadeiro diamante.
Um ancião judeu ensinava que para se distinguir um diamante verdadeiro de um falso, um joalheiro experiente faz o seguinte: "Uma imitação nunca é tão brilhante como uma pedra autêntica. Se o seu olho não está suficientemente treinado para perceber a diferença, basta colocar as pedras dentro da água. O brilho da pedra falsa se ofuscará, enquanto que a pedra verdadeira não perde nada de seu brilho".
Deus nos criou para Ele, para que O honremos. Nós nos desviamos, porém Ele nos salvou. Cada crente nascido de novo recebeu a vida do Senhor Jesus para poder segui-lo e imitá-lo. Assim, pois podemos fazer brilhar alguns traços de Seu caráter : amor,justiça,paciência,confian
Nas dificuldades temos de estar atentos para ver qual é o objetivo de Deus. Sua Palavra nos esclarecerá para que saibamos o que não vem dËLE. Consideremos os obstáculos em nosso caminho sob outra perspectiva. Nosso Pai permite isso para o nosso crescimento espiritual e para que o reflexo da vida do Senhor Jesus seja visto em todos nós.
Calebe
Calebe
O estrangeiro.
Parte 1
O nome de Calebe e mencionado pela primeira vez em Números 13:6. Ali e mostrado que era filho de Jefoné ,que pertencia a tribo de Juda, a tribo do louvor. Também vemos ali que Calebe era tido como um dos nobres do povo, visto que Deus pediu que fossem enviados os principes-mais a frente veremos em quais circunstancias, para reconhecer a terra de Canaam. Sera que Calebe herdou o titulo de príncipe por sua descendência? Certamente que nao, pois e chamado em Josué 14:6 "Calebe filho de Jefone o quenezeu", ou, como podemos ler mais a frente Josué deu " a Calebe filho de Jefone...sua parte entre os filhos de Juda" ( 15:13). Os quenezeus tinham parte entre os povos estrangeiros que viviam na terra prometida a Abraão e seus descendentes ( Gen.15:18-19). Calebe ,o quenezeu, desceu ao Egito e, fazendo-se semelhante aos Israelitas, agiu por fe , mesmo sendo estrangeiro conforme Êxodo 12:19,48-49, a tal ponto que chegou a ser designado como príncipe no meio deles. Hoje, o titulo de filho de Deus e dado por pura graça a todos aqueles que em outro em tempo eram estrangeiros, " nao por obras" , mas pela fe e sobre o único fundamento do sacrifício perfeito de Cristo na cruz.
A fe e o vigor de Calebe.
Moises transmitiu a Deus o pedido do povo de enviar espias para examinar a terra (Deut. 1:22). Deus aceitou esse pedido ainda que conhecia perfeitamente os corações dos homens daquele povo, e pediu que fossem enviados doze homens, um príncipe de cada tribo (Num.13:2). Calebe foi escolhido pela tribo de Juda, e Oseias, que a partir de entao foi chamado Josué pela tribo de Efraim. Josué levava o mesmo nome do Senhor Jesus: Jeová salva.
Para levar a cabo essa expedição Josué esteve entre os doze príncipes. Isto pode ser considerado como uma figura de Cristo caminhando no meio dos seus , conduzindo-os a terra prometida para tomar posse dela e regozijar-se ali plenamente. Calebe , por acaso se apartou da intimidade do seu condutor? Certamente que nao, pois sempre vemos o seu nome associado ao de Josué. O irmão H.Rossier escreveu: " Eles reconheceram juntos a terra da promessa, caminharam juntos pelo deserto e entraram juntos em Canaam...Esses dois homens tinham um mesmo pensamento, uma mesma fe, uma mesma confiança,mesmo valor,um mesmo ponto de partida, uma mesma marcha, uma mesma perseverança e um mesmo objetivo. Caminhamos também na companhia de Cristo como Calebe junto a Josué ,para ter todos esses pontos em comum com nosso Senhor e Mestre?" .
Os principes exploraram a terra ate Hebrom ( Num 13:22), lugar que particularmente marcou a Calebe. Jamais o esqueceu, seu coração nunca se apartou dele, apesar de ali morarem Aima,Sesai eTalmai filhos de Enaque. Transcorridos os quarenta dias, os doze voltaram do reconhecimento da terra trazendo o fruto das uvas de Escol, como prova da prosperidade daquela região. Mas dez dentre eles manifestaram seu temor e comunicaram a toda a congregação, dissuadindo os homens de combater contra um inimigo de tao grande aparência. Calebe fez calar o povo diante de Moises e disse: " Subamos animosamente, e tomemos possesso dela; porque mais podemos nos que eles(Num 13:30). Entao " Murmuraram contra Moises e contra Aarao todos os filhos de Israel; e toda a congregação lhe disse: Ah! se morrêramos na terra do Egito! ou, Ah! se morrêramos neste deserto! " (Num 14:1-2).
Josué e Calebe rasgaram suas vestes em sinal de tristeza por Deus, e falaram a toda a congregação dizendo: " A Terra ,,, e muito boa...portanto, nao sejais rebeldes contra Jeová e nem temais o povo desta terra; porquanto sao eles nosso pão: retirou-se deles o seu amparo, e o Senhor e conosco, nao os temais. Entao disse toda a congregação que os apedrejassem com pedras: porem a gloria do Senhor apareceu na tenda da congregação a todos os filhos de Israel" (Num 14:6-10). Entao, Deus decidiu fazer perecer esse povo rebelde: " Nenhum daqueles que me provocaram a vera. Porem o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espirito, e perseverou em seguir-me, eu o levarei ha a terra em que entrou e a sua semente a possuíra em herança...Ate quando sofrerei esta ma congregação, que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações dos filhos de Israel, com que murmuraram contra mim ...neste deserto cairão os vossos cadáveres...salvo Calebe, filho de Jefone, e Josué, filho de Num" ( Num.14:23-30). Como os demais príncipes Calebe viu as cidades fortificadas e os gigantes filhos de Anaque. Mas so guardou em seu coração a memória dos belos frutos daquela terra. Dez espias tiveram medo, dois mostraram sua fe e valor. Calebe reteve a lição dos dias anteriores "O Senhor e convosco ,ele sabe,acredita e anuncia.
Parte 2
A fe deixa a Deus o cuidado de cada uma das etapas. Desde o ponto de vista humano, poderia julgar-se Calebe como presunçoso quando disse: " Subamos animosamente, e possuamo-la em herança; porque certamente prevaleceremos contra ela" ( Num.13:30) . Indubitavelmente a energia natural que caracterizava contribuiu para coloca-lo em evidencia nessa primeira intervenção; mas vemos claramente o fundamento de sua confiança quando se dirigiram, junto com Josué, pela segunda vez ao povo. Como Josué, Calebe depositava sua confiança somente em Deus , cujo poder e graça conhecia muito bem. Sabia que Deus dava as forcas necessárias e expressou como o apostolo Paulo : " Nossa capacidade vem de Deus" (2 Cor.3:5). Nao se preocupava de si mesmo nem dos obstáculos mas da gloria de Deus e do cumprimento de suas promessas. Dessa maneira , Deus pode chama-lo: " Meu servo Calebe" ( Num.14:24)
Calebe compreendeu que as murmurações dos filhos de Israel nao eram contra Moises, Aarao, Josué e nem contra ele mesmo, mas contra o próprio Deus, e que murmurar era rebelar-se ( Num 14:9). Hoje também ha muitos murmuradores queixosos, que andam segundo deus próprios desejos( Judas 16), gente que nao tem provado que " Grande ganho e a piedade com o contentamento " ( 1 Tim. 6:6), e que as murmurações nao sao contra os homens , mas contra Deus(Exo. 16:8). Seu recebo tudo do meu pai celestial estou sempre contente?
Calebe e Josué nao nao duvidaram, verdadeiramente unidos em um mesmo pensamento fazem o contrario do que os outros dez espiais que nao tiveram fe juntamente com toda a congregação. Mas a sentença divina foi clara, o juízo de Deus haveria de se cumprir inevitavelmente: " Nao verão a terra que a seus pais jurei, e ate nenhum daqueles que me provocaram a vera" ( Num 14:23).
O que Calebe recebeu da parte de Deus em troca por sua fe? Humanamente falando, quase nada. Nesse tempo era da idade de 40 anos e , como recompensa a sua fe, deveria caminhar por mais quarenta anos pelo deserto antes de poder gozar da " boa terra" . A recompensa parecia mais um castigo . Mas o que ele recebeu, para começar, foi a aprovação de Deus, que o chamou " meu servo" , que o distinguiu dos demais porque " houve nele outro espirito" e " decidiu seguir-me" ( verso 24).
Que animador o feito de que Deus mesmo reconheceu de maneira oficial a seu servo, que O seguiu! Que gozo e energia incomparáveis saíram do coração! E depois, Calebe recebeu de Deus promessa de que seria introduzido na terra e que seus herdeiros a possuiriam.
Essa promessa lhe dava a segurança de que seria suficientemente forte quando Deus viesse entrar o povo na em Cannam para tomar a terra e vencer valentemente os filhos de Anaque. Calebe nunca esqueceria dessa promessa divina, renovada especialmente para ele e Josué. Assim, o encontramos de novo na terra com vigor e uma forca que se podem ser obtidos pela fe.
Mas apesar de falar-se justo na fronteira da " terra que mana leite e mel", voltou por quarenta anos ao deserto. Esses quarenta anos constituíram a prova de sua fe, mas aos olhos de Deus, era uma prova " muito mais preciosa que o ouro" e era para a Sua gloria (1 Pedro 1:7). Que dor devia sentir esse homem em seu coração ao ver cair continuamente mortos no deserto os incrédulos a quem ele os exortou a obediência! Nao obstante, durante quarenta anos, sofreu, junto a Josué as conseqüências da infidelidade e incredulidade do povo, sem murmurar. O único motivo que o consolava era a herança prometida. Os quarenta anos no desejo eram somente uma etapa requerida por Deus, uma fase em que Deus estaria enriquecendo, abençoando e ensinando aos seus a confiar somente nele. Nao e essa também a experiência que vivem alguns servos de Deus,ao ver que mesmo por um momento o caminho se desvia inesperadamente, finalmente se revela um forte enriquecimento porque esta tem sido a vontade de Deus? " A paciência produz prova ( ou " experiência" segundo a versão francesa de JND);
e a prova, esperança; e a esperança nao traz confusão" ( Rom 5:4-5).
Parte 3
A entrada e conquista da terra.
Por fim, o povo entrou na terra prometida. Todos os incrédulos morreram no deserto, inclusive Moises e Aarao com eles, mas nao Josué e Calebe, segundo a palavra de Deus. Deste modo, os filhos e os netos dos que saíram do Egito entraram em Canaam, conduzidos por Josué através do Jordão, detrás da arca.
Entao Josué se distinguiu de Calebe. O lugar que ocupava seu cargo responsabilidade eram diferentes. Demonstrou Calebe ciúmes ou desconfiança por isso? Nao, pois sabia muito bem que " Jeová engrandeceu a Josué diante dos olhos de todo Israel; e temeram-no, como haviam temido a Moises, todos os dias da sua vida" ( Jos.4:14) .
Calebe se aproximou de Josué. Havia cinco anos que o povo estava em Canaam. Tinha passado por numerosas experiências. Aconteceram batalhas inesquecíveis: Jerico, e a vitoria sobre os cinco Reis de Maceda, a terrível derrota de Ai e o engano do Gibeonitas. Josué decidiu repartir por sortes a terra em herança ao povo de Israel ( Josué 13:6) e Calebe lembrou-lhe o que Deus lhe havia prometido: Hebrom e o monte dos Enaqueus. Aproveitando essa ocasião , Calebe mencionou seu vigor: " E ainda hoje estou tao forte como no dia em que Moises me enviou; qual a minha forca entao era, tal e agora a minha forca, para a guerra, e para sair e para entrar"( Josué 14:11). Josué fez " Segundo mandamento de Deus" e lhe deu a cidade de Arba a Calebe, quem em seguida expeliu os três filhos de Enaque: Sesai,Aima e Talmai( Josué 15:13-14). Esse vigor no braco de Calebe constituía sem duvida um exemplo estimulante para Juda , sua tribo. Pois mais adiante, no inicio do livro de Juízes, nos vemos quais foram as tribos que fizeram segundo o mandamento de Deus, despojando totalmente os Cananeus. Calebe e Juda sao precisamente mencionados como aqueles que despojaram o inimigo, o Jebuseu e os três filhos de Enaque( Juizes 1), ao passo que outros esperaram vacilando.
A posteridade de Calebe.
Calebe nos deixa uma mensagem muito atual no que se refere a sua família. Sua descendência aparece no primeiro livro de Crônicas. Entre seus filhos se destaca sua filha Acsa, que reflete bem o caráter de seu pai. Calebe se prepara para tomar Quiriate-Sefer. Ele conhecia as dificuldades do combate e afirmou que quem tomasse essa cidade seria digno de fazer parte de sua família. Entao disse: " quem ferir a Quiriate-Sefer e a tomar, lhe darei a minha filha Acsa por mulher" ( Josué 15:16; Juízes 1:12). Otniel assumiu esse desafio e conquistou a cidade; entao Calebe lhe deu a sua filha por mulher. Ele seria mais tarde o primeiro juiz do povo de Israel, e o que livraria a Israel da servidão, e faria reinar a paz durante quarenta anos.
Pelo exemplo de seu pai Acsa conheceu a perseverança. Incitou a seu marido a pedir um campo o qual lhe foi concedido; logo prosseguiu com seu pedido a seu pai e pediu também fontes de águas , pois as terras de Negueve eram secas. A isso Calebe respondeu seu pedido, como sempre faz nosso Pai, e lhe concedeu as fontes de cima e as de baixo." Todas as minhas fontes estao em Ti" pode dizer o salmista ( Salmo 87:7). Seja para cima olhando o infinito ou para peregrinar terreno tenhamos a fonte abundante , inesgotável, da qual sempre podemos obter, a Palavra de Deus, e a Cristo mesmo, a Palavra feita carne. " Sera como a arvore plantada junto ao ribeiro de águas, a qual da o seu fruto na estação própria, e cujas folhas nao caem" ( Salmo 1:3).
sigamos o exemplo de Calebe, homem de fe perseverante, vigoroso,modelo para sua filha Acas e para nos mesmos.
Por B.Paquien
A entrada e conquista da terra.
Por fim, o povo entrou na terra prometida. Todos os incrédulos morreram no deserto, inclusive Moises e Aarao com eles, mas nao Josué e Calebe, segundo a palavra de Deus. Deste modo, os filhos e os netos dos que saíram do Egito entraram em Canaam, conduzidos por Josué através do Jordão, detrás da arca.
Entao Josué se distinguiu de Calebe. O lugar que ocupava seu cargo responsabilidade eram diferentes. Demonstrou Calebe ciúmes ou desconfiança por isso? Nao, pois sabia muito bem que " Jeová engrandeceu a Josué diante dos olhos de todo Israel; e temeram-no, como haviam temido a Moises, todos os dias da sua vida" ( Jos.4:14) .
Calebe se aproximou de Josué. Havia cinco anos que o povo estava em Canaam. Tinha passado por numerosas experiências. Aconteceram batalhas inesquecíveis: Jerico, e a vitoria sobre os cinco Reis de Maceda, a terrível derrota de Ai e o engano do Gibeonitas. Josué decidiu repartir por sortes a terra em herança ao povo de Israel ( Josué 13:6) e Calebe lembrou-lhe o que Deus lhe havia prometido: Hebrom e o monte dos Enaqueus. Aproveitando essa ocasião , Calebe mencionou seu vigor: " E ainda hoje estou tao forte como no dia em que Moises me enviou; qual a minha forca entao era, tal e agora a minha forca, para a guerra, e para sair e para entrar"( Josué 14:11). Josué fez " Segundo mandamento de Deus" e lhe deu a cidade de Arba a Calebe, quem em seguida expeliu os três filhos de Enaque: Sesai,Aima e Talmai( Josué 15:13-14). Esse vigor no braco de Calebe constituía sem duvida um exemplo estimulante para Juda , sua tribo. Pois mais adiante, no inicio do livro de Juízes, nos vemos quais foram as tribos que fizeram segundo o mandamento de Deus, despojando totalmente os Cananeus. Calebe e Juda sao precisamente mencionados como aqueles que despojaram o inimigo, o Jebuseu e os três filhos de Enaque( Juizes 1), ao passo que outros esperaram vacilando.
A posteridade de Calebe.
Calebe nos deixa uma mensagem muito atual no que se refere a sua família. Sua descendência aparece no primeiro livro de Crônicas. Entre seus filhos se destaca sua filha Acsa, que reflete bem o caráter de seu pai. Calebe se prepara para tomar Quiriate-Sefer. Ele conhecia as dificuldades do combate e afirmou que quem tomasse essa cidade seria digno de fazer parte de sua família. Entao disse: " quem ferir a Quiriate-Sefer e a tomar, lhe darei a minha filha Acsa por mulher" ( Josué 15:16; Juízes 1:12). Otniel assumiu esse desafio e conquistou a cidade; entao Calebe lhe deu a sua filha por mulher. Ele seria mais tarde o primeiro juiz do povo de Israel, e o que livraria a Israel da servidão, e faria reinar a paz durante quarenta anos.
Pelo exemplo de seu pai Acsa conheceu a perseverança. Incitou a seu marido a pedir um campo o qual lhe foi concedido; logo prosseguiu com seu pedido a seu pai e pediu também fontes de águas , pois as terras de Negueve eram secas. A isso Calebe respondeu seu pedido, como sempre faz nosso Pai, e lhe concedeu as fontes de cima e as de baixo." Todas as minhas fontes estao em Ti" pode dizer o salmista ( Salmo 87:7). Seja para cima olhando o infinito ou para peregrinar terreno tenhamos a fonte abundante , inesgotável, da qual sempre podemos obter, a Palavra de Deus, e a Cristo mesmo, a Palavra feita carne. " Sera como a arvore plantada junto ao ribeiro de águas, a qual da o seu fruto na estação própria, e cujas folhas nao caem" ( Salmo 1:3).
sigamos o exemplo de Calebe, homem de fe perseverante, vigoroso,modelo para sua filha Acas e para nos mesmos.
Por B.Paquien
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